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Revival
Acabei de receber essas fotos da "fase final" do Cubo Branco que eu nunca tinha visto, adorei.

photo by/ Lucas SD

photo by/ Lucas SD

photo by/ Lucas SD

photo by/ Lucas SD

photo by/ Lucas SD

photo by/ Lucas SD
20080514
Arte no Livro
Ontem rolou na Bolsa de Arte a festa de aniversário de 32 anos da Gráfica Trindade e o lançamento do “Arte no Livro” que reuniu trabalhos de 16 artistas, que estavam expostos na galeria.
20080417
Pequenos Formatos na Subterrânea



O Atelier Subterrânea abre o ano de 2008 com uma exposição coletiva que reúne trabalhos de 21 artistas. A mostra, que abre quarta-feira, dia 14 de maio, às 19h, contará com a presença de artistas jovens e consagrados. Entre os convidados estão: Adauany Zimovski, Ana Flores, Antônio Augusto Bueno, Cildo Meireles, Clarissa Cestari, Cláudia Barbisan, Daniel Acosta, Daniel Senise, Frantz, Gabriel Netto, Guilherme Dable, Ivan Henriques, James Zortéa, Letícia Cardoso, Lilian Maus, Marília Bianchini, Nathalia García, Nelson Felix, Nelson Magalhães, Rochele Zandavalli e Túlio Pinto. A proposta é reunir artistas de diversas regiões do país em prol de uma iniciativa comum: apoiar a Subterrânea a manter-se como espaço independente e de portas abertas ao trânsito e diálogo de pessoas interessadas em arte.
Sorteio - No evento, cada artista está representado por duas obras: uma delas integra a exposição, enquanto a outra, doada ao espaço, será sorteada no dia da abertura. A renda do sorteio dos 21 trabalhos doados será destinada à manutenção do espaço e de projetos artísticos promovidos pela Subterrânea. Os bilhetes numerados estarão à venda por 5 reais no dia da abertura da exposição, a partir das 19h, no local. O sorteio será realizado às 22h.

Abertura: 14 de maio, quarta-feira, às 19h
Os bilhetes numerados encontram-se à venda por 5 reais na Koralle (Av. José Bonifácio n° 95) ou pelo email ateliersubterranea@gmail.com. Também estarão disponíveis no dia da abertura da exposição, a partir das 19h, no local. O sorteio será realizado às 22h.
Local: Av. Independência, 745/Subsolo – Porto Alegre
Encerramento: 28 de junho de 2008
Visitação: de segunda a sábado, das 14h às 19h
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Tramando
Montagem no Dmae com a sempre presente Helena.
A foto é por Nina Moraes e aqui a matéria legal que saiu na Aplauso
A foto é por Nina Moraes e aqui a matéria legal que saiu na Aplauso
20080302
Desenho no Plural
Convite da exposição coletiva "Desenho no Plural" que estou participando junto com James Zortéa, Letícia Costa Gomes, Gerson Reichert, Nina Moraes, Carlos Asp e Tchello d'barros na Galeria de Arte do DMAE, a partir do dia 04 de março de 2008.


Desenho no Plural - Exposição Coletiva
Quem de nós nunca recorreu ao desenho para expressar uma idéia, ou até mesmo para localizar-se na cidade? O desenho, que surge como a primeira forma gráfica de expressão do pensamento, ao longo de sua história, adere novos meios e formas.
Desenho é linguagem, pensamento, ação. Às vezes, ele flui num único golpe. Tão logo nasce como pensamento, escorre pelas veias, vertendo pela caneta em direção à superfície marcada.
Feito de linhas ou pontos deslocados, o desenho registra o atrito do corpo com a superfície, marca um percurso, onde a linha é o limite que poderá ainda borrar-se. Inscrita ou projetada, a linha diferencia campos, organiza o espaço e as idéias.
O desenho revela pela sombra por pertencer ao mundo das projeções. Nele lançamos nossos espíritos e também gravamos nossas memórias. Para tanto, é preciso criar estratégias e métodos. No meio do caminho, alguns projéteis são lançados e outros perdidos.
Com a linha nas mãos, Nathália García projeta/instala sua teia planificada sobre a galeria. Através de monotipias, Letícia Costa Gomes convida-nos a caminhar com os olhos em seus labirintos. Tchello d'Barros captura linhas imaginárias nas superfícies de contato do corpo. Gerson Reichert apodera-se de um convite para lançar palavras, encobrir superfícies e deslocar sentidos. Carlos Asp explora chão e parede, ao grafar a carvão corpos circulares rumo ao sem-fim. Nina Moraes faz do desenho trepadeira, de onde nascem os seus personagens. James Zortéa sobrepõe planos e projeta sombras de um jardim animado no espaço subterrâneo do DMAE.
Lilian Maus
Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais
do Instituto de Artes, UFRGS.
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Trajetos

Desenhos e trajetosO trabalho de Nathalia Garcia é fortemente ligado ao desenho como meio de organização e ocupação de espaços, sejam eles públicos, de vivência, ou em suas formas mais intimistas. Os recursos são simples e imediatos. Eles nascem de um olhar oportunista que ao se lançar desenha um caminho, constrói uma imagem como um contraponto a um espaço específico; criando uma adesão entre instalação e projeto, cuja abertura é o nosso corpo, nossa presença que dinamiza.
Vou te mostrar um desenho. – Não, não é preciso, estamos no meio dele. Já somos trajeto. Essa lição de que ao lançarmos nos lançamos de alguma forma, com todos os riscos e com todas as imprecisões é bem presente desde os primeiros trabalhos de Nathalia.Flávio Gonçalves, Agosto de 2007.
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Cubo Branco
As fotos do trabalho que realizei em 2007 com a Helena no Aeroporto Salgado Filho e o lindo texto que a Lilian e o Guilherme escreveram.
15 de outubro de 2007
Nathalia García e Helena De Nadal
CUBO BRANCO
2007
3x3x3m
Madeira, ferro e linha de poliéster
Escrito a duas mãos.
Lilian Maus
Guilherme Dable
outubro de 2007.




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que isso?
15 de outubro de 2007
Nathalia García e Helena De Nadal
CUBO BRANCO
2007
3x3x3m
Madeira, ferro e linha de poliéster
Imagine uma densa trama de fios que formam uma estrutura cúbica. Veja-a profundamente. Depois, entre neste labirinto. Calmamente, tente desvendar os seus mistérios. A princípio, parece um simples desafio de conceber a estrutura dessa rede, seguindo os caminhos de sua construção. Porém, ao percorrer a trama com o olhar, percebemos que o emaranhado é mais complexo do que se podia imaginar. Toda vez que o sentimos já envolto em nossas mãos, sujeitado ao nosso domínio, ele nos escapa, expandindo-se ainda mais. Você está no interior da sua estrutura, capturado por essa câmara tramada. Ao olhar para fora do cubo branco, todo o entorno do Aeroporto Salgado Filho está contaminado por essa rede que projeta linhas sobre o espaço circundante. Essas linhas são vestígios de gestos. Agora, você se pergunta para onde deveria ir e qual o sentido desse intento de (re)construção. Afinal, aonde levarão você esses fios?
Se, na mitologia, Teseu achou a saída do labirinto esticando uma linha desde a sua entrada, na obra Cubo Branco, as artistas Nathalia García e Helena De Nadal usam a linha para nos capturar nele, fazendo do desenho uma armadilha para o olhar passageiro.
O "cubo branco" como modelo de sala expositiva marcou época nas artes visuais do século XX. Envolto pela ideologia do museu moderno, esse modelo tinha o pretenso objetivo de tornar-se o lugar ideal para a contemplação da obra de arte, que, isolada do mundo exterior, teria suas qualidades potencializadas e eternizadas. Conscientes da impossibilidade da separação entre arte e vida, as artistas propõem, com ironia, uma transfiguração desse modelo, num diálogo intenso que enreda obra, contexto e espectador. O Cubo Branco de Nathalia e Helena adere ao nosso corpo, mas não vela o aeroporto. Nesse lugar de passagem, ele provoca o nosso olhar a deslocar-se entre o interior e o exterior de uma malha de significados.
Escrito a duas mãos.
Lilian Maus
Guilherme Dable
outubro de 2007.



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